sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Quotes

O que falamos quando falamos de educação?



quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Setembro

Tenho de admitir que a ficha ainda não caiu. Ainda não estou ciente que  Setembro de 2016 acabou, e que eu fiz tudo aquilo que fiz este mês. Parece que estou num planeta diferente, não sei...Eu demoro um bocado a habituar-me as coisas... 
Setembro começou com umas mini-férias com amigos em Esposende. E com o regresso ao trabalho depois de 4 noites mal dormidas. Fui ao meu primeiro jantar da empresa, e a minha primeira noitada com as pessoas que me são queridas lá - e foi também o dia de despedida delas, que me fazem tanta falta! 
Fui ver os miúdos a atuarem! E adorei como adoro sempre! 
Setembro deu-me aqueles dias de frio que eu tinha tantas saudades e que adorei! Mas que duraram pouco! Fui ao Porto, passear pela linda cidade e respirar novos ares. Ganhar coragem para o que vinha a seguir!
Entrei para o ensino superior - não para psicologia (mas já tinha descartado essa hipótese) mas para educação. Sobre o curso não sei bem o que pensar. Quem me conhece já percebeu que ainda estou um bocadinho perdida no meio de tantas mudanças. Tão perdida que o meu corpo já sentiu isso, e as minhas hormonas andam todas alteradas. 
Fui à minha primeira praxe, à segunda, à terceira...e ainda continuo a ir. Fui ao meu primeiro caloiro ao molho. 

Lanchei com uma amiga que longa data, e almocei com pessoas que estou a adorar conhecer. Como em todos os meses, Setembro trouxe-me muita saudade mas também me surpreendeu muito. 
Em Setembro eu estive mais ativa no blog, e escrevi dois textos que são mesmo de coração ( este e este )!




segunda-feira, 26 de setembro de 2016


Acho que estou a precisar de férias outra vez, fofinho! 

sábado, 24 de setembro de 2016

Quotes

Quem eras tu há 365 dias atrás? 

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

ÁTOA !

Rodrigo, João, Mário e Guilherme. 
Quatro rapazes com uma coisa em comum - dar-nos música (no sentido literal). É difícil encontrar alguém que nunca tenha ouvido falar deles ou que nunca tenha ouvido uma música deles. 
acompanho-os desde o inicio, e às vezes gosto de voltar atrás no tempo . Vejo todo o percurso deles e não podia ficar mais feliz por ver que de dia para dia eles evoluem. É tão bom saber que estão a crescer enquanto artistas.

Quando vieram a Braga este ano - foi o meu primeiro concerto deles - fiquei fascinada. Estava a chover, estava pouquíssima gente no concerto e mesmo assim eles não desistiram nem por um segundo de nos transmitir a energia positiva que cada um deles tem. Fiquei até ao fim, e fui recebida numa sessão de fotos como nunca tinha sido recebida. Eles são tão carinhosos e atenciosos com os fãs que é difícil não querer voltar a um concerto. E foi o que me aconteceu. 
Voltei a ir a vários concertos até que num deles andei 80km só para os ver! E não me arrependo! A primeira música que ouvi quando cheguei compensou logo, porque eles merecem que haja pessoas que acreditem neles e que façam estas "loucuras" por eles.
Ás vezes é difícil não querer gritar a todo o mundo que eles são os maiores - porque são!
É impossível ir a um concerto deles e não cantar! Porque eles nos transmitem isso, essa energia contagiante, esse saber estar em palco como ninguém.
Se tiverem oportunidade de ir a um concerto deles, por favor não hesitem em ir. Vale mesmo a pena. 

Se algum dia chegarem a ler isto, só vos tenho a agradecer por me fazerem tão bem durante o espaço de tempo que dura cada concerto vosso. E quando um dia forem dar um concerto ao Meo Arena eu serei a primeira pessoa a pagar para vos ver atuar. E levarei o meu mega lençol a dizer "estou aqui como prometi, #teamcartazes". Eu acredito que têm tudo para chegar mais longe. Não desistam deste sonho que é vosso! Eu estarei por cá para aplaudir sempre que vierem ao norte, porque o norte não desilude! 







Quotidiano

Já tenho saudades de uns dias mais fresquinhos! Olá Outono! (: 

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Praxes

Só tenho três dias de praxe em cima de mim, mas tenho um ano de experiências contadas sobre o tema. A minha opinião é que a praxe humilha as pessoas - pelo menos a maioria.
Na minha experiência pessoal -até agora- é que a praxe faz-se bem. Sou sincera, estou lá para experimentar mas não é um objectivo ficar lá até ao fim. 
Nunca me trataram mal, nem me mandaram fazer nada que eu não quisesse. Canto as músicas, grito etc mas não fiz muito mais do que isso. 
Um conselho? Saibam dizer não. A sério pessoal, digam não. Ninguém vos obriga a olhar para o chão. Se não querem fazer alguma coisa não façam. Acabou. Digam não - eles não vos obrigam! A praxe têm de ser uma coisa positiva e não para humilhar ninguém. Não participem em humilhações. Não façam nada que seja contra os vossos princípios. Experimentem a praxe, conheçam as pessoas da praxe mas não se deixam levar à exaustam por causa disto. 
Há vida para além das praxes. E acreditem em mim, não precisam da praxe para se integrarem! 

terça-feira, 20 de setembro de 2016

Ensino Superior

Ontem fui praxada pela primeira vez.

domingo, 18 de setembro de 2016

O Porto

O último dia de férias antes da grande mudança na minha vida foi passado na cidade invicta ! 
Começando pela Avenida dos Aliados - que na minha opinião é um sitio obrigatório- e continuando pela Sé Catedral do Porto. 
Depois disso fomos passear ao lado do rio Douro, e passar pela Ponte Luis I. 
Acabámos o dia na praia em Matosinhos









 Foi muito bom para recarregar energias, e para sentir um sopro leve que nos dá força para um novo inicio! 


 Qual é o sitio que vos transmite paz? 

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Quotes



Certos passos tens que dar sozinho. 

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Verão '16

Tenho os melhores do mundo comigo

Quotidiano

            
                            Não me julguem mas tinha saudades de chuva e de frio! 

terça-feira, 13 de setembro de 2016

Ensino Superior

Eu devia estar mais entusiasmada com esta nova etapa - e não estou, nem um bocadinho! 

domingo, 11 de setembro de 2016

Ensino Superior

Confia nas voltas que a vida dá. Sai da tua zona de conforto, e arrisca. 


sábado, 10 de setembro de 2016

O outro lado | Ju


Descreve-te em 5 palavras
Começas logo de uma maneira difícil, mas cá vai. Direta, apaixonada, preguiçosa, sensível, amiga.
O que é a blogosfera para ti? Qual a necessidade de criar um blog?

O meu primeiro blogue eu tinha 13 anos, mais coisa, menos coisa. Era um blogue que toda a gente conhecia – usava o msn na altura e tinha o link naquela coisa que já nem me lembro do nome -. Depois percebi que havia muita coisa a não fazer sentido e resolvi criar um blogue anónimo, ainda durante algum tempo. Afastei-me da blogosfera e depois voltei e foi super difícil encontrar o blogue ideal – e agora ainda não é ideal também, há muitas coisas a mudar -. E criar isto nasceu da necessidade de escrever, sobretudo isso.

O que mais te motiva no blog? 
Acho que, mais do que ter muitos seguidores ou muito feedback – que não
tenho -, o que motiva é o que eu sinto e o que faço com gosto, de verdade. Embora escreva para os outros, é sobretudo para mim que o faço. Porque sou eu que sente.

Qual a maior diferença entre a Joana do blog e a Joana fora deste mundo?
A Joana da blogosfera é menos aventureira, a Joana fora do blogue é menos tímida. Acho que às vezes podia e devia arriscar mais no blogue.


Diz-me uma coisa que tens orgulho (Guimarães não conta).
Na família que construí, as pessoas da família que considero amigos, e os amigos que considero família.

O que é que te fascina tanto em Guimarães? É a tua cidade predileta, não é?
Não sei se é a cidade que mais gosto, mas é uma cidade que gosto muito! E mais do que o castelo, igrejas, museus, muralhas – que são algo super importante também -,…, o que me fascina são as pessoas – embora haja exceções, como em tudo -. Dizem que somos muito bairristas, é verdade, somos muito nossos e defendemo-nos muito. Por exemplo, tenho uns amigos do Porto que sempre que vinham cá queriam jogar futebol no campo do parque da cidade porque diziam que lá toda a gente acolhia quem estava de fora.
O futebol também me fascina, sem dúvida, e os eventos que aqui existem.
Porquê medo de bonecos de cera? Sem ser esse, qual o teu maior medo?
Porquê não sei. Descobri isto numa ida a um museu de cera, já não me lembro onde, mal entrei comecei a chorar. Não sei. Acho que os bonecos de cera me perseguem e não tiram os olhos de mim.
Sem ser isso, tinha muito medo de cães, mas perdi-o com a chegada da minha cadelita a casa!
Ainda tenho medo de andar de carro e conduzir, é um facto.

Estás a estudar Psicologia no Minho e vais para o terceiro ano, certo? O que te encanta em psicologia? E porque no Minho? 
Sim, está agora a começar o terceiro ano, mas não no Minho. Resolvi vir passar esta semestre à Autónoma de Madrid. Porquê psicologia? Bem, antes de mais deve ser esclarecido que não há só psicologia clínica, o que a maior parte de nós está habituado a ver/ouvir. O que me fascinou em psicologia nunca foi a clínica. Sempre tive dúvidas daquilo que gostava de fazer, embora psicologia sempre fosse uma opção. Em 2013, Guimarães foi Cidade Europeia do Desporto e eu fiz voluntariado num ano que foi um dos mais marcantes. Nesse ano houve imensa coisa que me marcou, desde ser apanha bolas a estar a entregar panfletos ou a fazer as caminhadas. Foi nesse ano que fiz um clique e pensei ‘Joana, porque não pensas em psicologia do desporto?’. Foi imensa coisa que vivi nesse ano que me encantou em psicologia!, como a pressão dos jogadores de ténis a jogar em casa, o torneio de boccia – que mexeu tanto comigo -. E depois, aliado a isso, os próprios jogares de futebol, e outros atletas, que estamos habituados a ver. Como é que lidam com a derrota? E com a pressão? Como é que jogam contra o clube deles?
Relativamente à escolha da universidade, vi planos de estudo, era perto, vi as ofertas que me davam, não sei bem.

Falemos agora de Taizé - algo que nos fascina às duas. O que é que Taizé te transmite?
‘Deus quer, o Homem sonha, a obra nasce’. Isto para mim descreve Taizé. É uma experiência incrível, desde o convívio ao conseguir encontrar-me. Fui para lá um bocado perdida, sem saber para o que ia, e voltei em paz comigo e em harmonia com os outros. Depois, é o sentido de acolhimento que lá se vive, que esconde as saudades que possamos sentir de casa. Taizé transmite tudo, literalmente tudo! Taizé consegue ser o melhor e o pior, consegue levar-me ao sorriso mais sincero, à gargalhada mais forte, e às lágrimas mais terríveis! Taizé consegue ser casa e saudade. Transmite paz, alegria, saudade, mundo, conhecimento.


Descreve o tempo que lá passaste numa frase.
Quero voltar.
Serve? Estou a brincar.
Sobre o tempo que lá passei… ‘Há lugares que são pequenos abrigos para onde podemos sempre fugir’.

Choraste no sábado à noite no Oyak ou no domingo de manhã enquanto esperavas pela camioneta? Trouxeste amizades de lá? 
Chorar em Taizé? Sim! A primeira vez que chorei foi na quarta feira – nos dois anos que fui -. Resolvi ir para a Igreja à noite, depois de uma ida para o Oyak e antes de ir dormir, e decidi escrever – escrevo sempre para a minha bisavó lá -, depois pus-me a pensar, sobre coisas que só pensas em Taizé, e não contive as lágrimas. Chorei no lago, abraçada a um grande amigo meu, porque Taizé permite isso, permite que te libertes. Chorei na sexta feira, na cruz, como ainda me acontece quando vou a orações de Taizé e vou à cruz. No sábado não chorei no Oyak, mas chorei na oração das velas, como choro quando vou a Fátima. No domingo não chorei enquanto esperava pela camioneta, mas mal a camioneta partiu as lágrimas caíram.
Sim, trouxe amizades de lá! Mesmo de pessoas que foram comigo e eu já conhecia, fortaleci muitas amizades.

Para terminar, a menina que eras há 5 anos atrás teria orgulho naquilo que és hoje? 
Fazendo as contas, há 5 anos, eu estava com pessoas completamente diferentes, no 10º ano. Estava também a entrar numa fase nova. Mas sim, acho que teria orgulho. Cumpri muitos desejos que ela tinha, dei sempre o maximo, não vejo porque não estar, errar faz sempre parte.



Obrigada Joana! Por seres a primeira, e por alinhares em tudo o que eu te peço (:

Se quiserem saber mais sobre a Joana visitem o blog dela - mentecapto

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Quotidiano



segunda-feira saem os resultados das candidaturas ao ensino superior. 

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Trabalho

As pessoas com quem eu trabalho são mais do que colegas de trabalho. E é muito bom quando estás a trabalhar num sitio e te sentes parte da "família".



segunda-feira, 5 de setembro de 2016

O que queres ser quando fores grande?


Quando tinha 13 anos e comecei a pensar naquilo que fazia achava que com dezoito ia ter toda a minha vida decidida e encaminhada. Sabia exatamente o que queria e com quem queria estar (dizia eu). Achava mesmo que aquelas desilusões seriam as maiores da minha vida.
Achava que aquele seria o amor da minha vida, e não me via sem ele. Era tudo para mim. Estive com ele um ano e meio e foi dos melhores anos da minha vida. Não só por o ter ao meu lado, mas por ele me ter feito crescer como fez.
Nunca cheguei a acreditar quando me diziam "vais ter tantas saudades de ter treze anos!". Mas assim que fiz dezasseis dei-lhes razão! Quem me dera ter treze agora.

O tempo foi passando e eu percebi que não sou nada boa a tomar decisões, e tenho muito medo do futuro. Percebi que afinal ser grande não ia ser assim tão divertido como eu imaginava. Tudo aquilo que imaginava não passava disso - imaginação.

A vida não te vai tirar o chão aos treze, não acredites nisso. Aliás, provavelmente vai ser aí que vai começar a ser extremamente divertido viver. A vida vai te dar muitas pessoas boas, e algumas vão magoar-te, mas é só para te fazer crescer.

Sabes aquele grupo de amigos que vais ter aos quinze anos? Cuida deles, são provavelmente os amigos que vais levar para toda a tua vida. Quando começas a crescer as pessoas começam a estar contigo por interesse e não por gostarem de ti como és. Alias, se encontrares alguém que goste de ti como tu és, sente-te com sorte! Começa por dizer as pessoas o quanto gostas delas. E não te esqueças daqueles que estiveram sempre contigo (aqueles dos quinze anos) por muitas pessoas que conheças depois.

Não são as escolhas dos treze que são complicadas, são as consequências dessas escolhas que te vão tirar muitas horas de sono.


                                Quando for grande quero ser o quê? Pequenina de novo! 

Setembro, sê bem vindo!

Hoje começa oficialmente o meu mês de Setembro!  Depois de umas férias com os melhores do mundo, hoje volto ao trabalho! E as rotinas - o que também é preciso!
Em Setembro prometo-vos um blog ativo, e com muitas novidades! Não vamos deixar que a blogosfera caia em esquecimento por causa das nossas novas rotinas.

E por isso hoje trago-vos as minhas dicas de regresso às aulas! 


  • Está atento nas aulas - eu sei que muitas vezes é mais interessante passar a aula a falar com o colega do lado, ou a actualizar as redes sociais, mas acreditem em mim, é essencial estar atenta à matéria.
  • tira apontamentos - e faz os teus próprios resumos. escreve, passa a limpo e volta a escrever. Enquanto os escreves decoras o que estás a escrever.
  • o mesmo acontece quando lês os resumos em voz alta. Põe-te em frente ao espelho e explica aquilo que estás a ler a alguém (nem que seja alguém imaginário).
  • aponta as tuas dúvidas e tira-as no dia seguinte com o teu professor.
  • Cria horários e hábitos de estudo - e não te esqueças dos intervalos no meio do estudo.
  • Cria hábitos alimentares saudáveis e cuida das tuas horas de sono - eles são importantíssimos.
  • Motiva-te e cria os teus próprios objetivos - não desistas só porque está difícil.